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Hino
de Alvorada do Norte
Goiás
Brasil
Alvorada
quem te deixa não te esquece.
Embora
noutras terras sintam sedução,
mas
merece rever os seus encantos,
de
auriverde esperança e emoção .
Tu
és uma terra hospitaleira,
(que
jamais faz esquecer um coração.)
(3 vezes)
O
rio corrente com suas águas tão ligeiras,
vão correndo e cantando uma canção,
suas
ondas balançadas pelo vento,
balanceia
também o coração .
E
ao longe a capelinha lá na serra vou subir
e
uma luz, eu vou seguir,
(e
uma voz que me chama eu vou ouvir )
( 2 vezes )
E
ficar mais perto de DEUS e rezar,
( p'ra
Alvorada crescer e multiplicar)
( 3 vezes)
Clotiudes
Fereira dos Reis
Maria Adinair Pereira de Souza
obs. Não tenho a melodia
Alvorada do Norte Goiás Brasil América do Sul
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Em estado de graça e
grato
Dês de pequenos
morávamos em Goiânia, Goiás Brasil,
Mas passávamos nossa
férias lá em
Alvorada do Norte e Simolândia -
Goiás - Brasil.
Cresci vendo as duas
pequenas cidades fazendo
seu caminho, suas histórias.
Até que um dia
mudei-me com a família para lá.
E quão em todo lugar,
tem os otimistas e os pessimistas.
E geralmente os
pessimistas são mais cheios de estardalhaços,
faladores e te enchem os ouvidos.
Como que eu fui parar
neste lugar, "neste buraco".
Como que eu tive
coragem de tirar meus filhos de uma capital
como Goiânia, com boas escolas e
estudos.
Ninguem
faz idéia de como este como
me pertubava.
E diziam fiz papel de
tonto.
E psicologicamente me
convenceram que eu tinha sido um idiota,
Pois o que eu fui fazer nesta terra que tudo,
que tudo que se faz é
ser copiado por um
monte de incapazes que
vivem estragando seus negócios.
E foram anos de apreensão
por levado minha família,
meus filhos que dali não
podiam mais sair,
pois alem dos a cima citados, tinha os estudos,
muito aquém da média nacional.
E pensava vou sentir
na pele o resto da vida o que fiz com os meus.
E o tempo passou e os
pessimistas me torturando.
E meus filhos
estudando nas ditas más escolas,
de nossa querida Alvorada do Norte e
Simolândia.
E no dia 24 de junho
de 2000.
Vejo estampado num jornal da capital o
nome de meu filho com apenas 17
anos.
Pois é esta lá para
todo mundo ver.
Como um dos poucos
que passaram no vestibular.
E com
os ensinamentos dos ditos
"maus" estudos
e professores de
Alvorada do Norte e Simolândia.
Havia ele concorrido
com centenas de cobras na
matemática português física etc.
Repetindo lá estava o
nome de meu filho William e do Gustavo,
filho de outra família
Alvossimolandense como eu,
talvez igualmente
torturados.
Isto sem falar de tantos outros anteriormente
aprovados que também
estudaram nas
mesmas escolas, com os mesmos professores.
Pois é.
Dois e muitos que vi
estudarem dês de pequeno, nestas escolas.
Evidentemente como é de praxe: escola,
professores e
outros servidores
públicos, maltratados por politiqueiros.
É sim estas mesmas
que tantos judiam outros tantos falam mau.
E agora eu falo para
estes invejosos, incapazes e pessimistas,
para mudarem esta
maneira distorcida de
ver e se comportar nas vida.
Peguem algumas aulas
com estes professores e professoras
injustamente criticados e
evidentemente com sua própria vontade de
estuda mudem essa maneira de agir de ser e agir.
Pois eu como pai
estou orgulhoso de meu filho e
de todos seus amigos que ultrapassaram esta
barreira que só que já passou sabe quanto é difícil.
E agora
"desbocadamente"
Digo...
Estou em estado de graça e Grato com todas as
professoras, professores e e profissionais da
educação Alvossimolandenses.
Nossos orgulhos que
cuidam de nossos orgulhos.
Profissionais que com
todos os sacrifícios são os
multiplicadores do saber.
E ainda de lambuja,
são tapa boca de pessimista.
"Obrigaduuuuu...."
O tempo deu uma corridinha para
frente, nem moro (ai) ou (lá) mais.
E para não dizerem que foi obra do acaso
digo:
Mais uma vez vejo meu filho
repetir o feito, de novo vejo seu nome:
William Schwabacher, estampado
em outra lista de
aprovados numa faculdade federal (arquitetura).
E mais, vi o nome de outro filho:
Wagner Schwabacher,
escrito uma vez num lista de
aprovados
em vestibular e em duas, repito, duas listas de aprovados em
concursos
públicos.
O Que? Como? Meu
português é péssimo?
Concordo.
Mas também pudera eu
não estudei lá, não fui muito aplicado.
"E talvez nem tive
professores tão dedicados".
Esta ultima é
brincadeira.
Eu agradeço a todos meus professores,
pois muito do que sei foi
graças a eles, e o
muito que não aprendi é culpa minha,
uma
criatura do Brasil.
Schwabacher,
Gaston
adaptado
do original
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